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bruna piloto

Suécia

E o verão (versão amostra) se foi

Há mais ou menos um mês atrás estava acontecendo o que o povo chama aqui de ¨verão¨ (concordo que até tiveram uns dias em que eu pude glorificar de pé porque fez calor de verdade. tipo, no total, uns 13 dias no ano todo). Até tiveram umas pessoas otimistas dizendo que o melhor caminho para o verão na Suécia era o aeroporto. Mas então tá, agora já começou a fazer quase zero grau durante a madrugs. E também está na época em que Aurora Boreal começa a pintar o céu por essas bandas. Algumas pessoas conseguiram ver aqui em Estocolmo essa semana mas toda vez que a gente sai de excursão no meio do mato pra conseguir ver, ela desaparece (e eu fico loka). Meu sonho é subir para Tromso só para passar muito frio e ficar olhando as luzes brincarem no céu. Mas agora é momento nostalgia (é porque consegui sentar e dar uma organizada no buraco negro das fotos no meu hd.. entonces, vou postar algumas aqui)

Da série “nesse verão teve”:

Sorvete com pedaço de asfalto, vulgo lakritis ..porque a gente tem que se abrir a novas experiencias na vida!

Benjamin fazendo a rapa em todos os morangos e groselhas no jardim

   Melancia de colher

Super visita querida dos meus pais e da minha avó (e o benjoquinolds fazendo uma pose de birra para toda eternidade)

Essa ostentação toda de coleta diária de moranguinhos, cerejas e framboesas diretamente do nosso quintal

 

 

 

 

noite num barquinho fuleco e no meio da madrugada teve uma tempestade de fim de mundo que parecia que o barco ia arrebentar a corda e que eu ia ter que passar o resto da minha vida cantando ¨sail away, sail away, sail away¨da Enya no meio do oceano. 

tiveram cenouras, batatas, abóbora, coentro, cerejas, uvas… e tralala brotando nosso quintal. Foi de dar inveja a qualquer Bela Gil da vida.

visita relâmpago da Mo vinda direta da Austrália

IMG_5313e caça a arco íris!

 

Bom, acho que esses foram os 13 dias de Sol! 😛

devaneios

Direto do olho do furacão

Oi, gentes!

Se liga que nem sei por onde começar. Acho que fiquei sem escrever aqui desde a era paleolítica. Foi um trampo desgraçado instalar o WordPress e migrar o blog (de noobie total fui promovida a semi entendida, diríamos). Um troço que era pra levar 5 minutinhos acabou durando uns 4 meses. E olha que ainda tem muita coisa que quero mudar no layout mas to extremamente sem tempo. Alias, tempo é a coisa que mais quero na vida agora.

Eu devo tar muito macumabada no carma da tecnologia porque o Benjocs tacou o meu Ipad no chão umas trocentas vezes e ele resolveu passar dessa pra melhor. Ai no mes seguinte, eu comprei umas rosas lendjas durante a tpm from me to myself pra me alegrar mas botei o vaso bem ao lado do meu mac e a destrambelhada virou tudo como um diluvio em cima do computador. 6,700 coroas só para arrumar. E dai, que ne! Não tenho esse dinheirinho, non. Mais um pouco e dá pra comprar um novo. O bom é que tem espaço no jardim de casa e posso começar a plantar maçãs. (rir pra não chorar – e muito). E dai que agora to usando o pc do Alex com os teclado tudo doido em sueco e tenho que usar o teclado digital. Imagina a felicidade da crionça.  Mãs, como todo brasileiro que não desiste nunca resolvi voltar pra cá mesmo que na sofrencia (e vocês vão ter que me perdoar a digitação zoada pq não tem muito jeito).

Esses dois ultimos meses tem sido muito lucycrazy. Meus pais e minha avo vieram pra cá para uma visita relâmpago no final do julho e eu e o Benjoca ficamos detidos na policia da Estonia porque entrei ilegal sem querer por aquelas bandas (fiquei das 11 as 18 numa salinha de vidro entretendo o Benjamin. Não podia nem ir ao banheiro desacompanhada. whadafuuu) Isso foi porque o Alexwonder pensou que meu visto de permanecia iria se autorenovar e eu fiquei de buenas. Dai descobrimos too late e eu ja estava ilegal. E dai resolvi ir para Tallinn de navio com meus pais e dai fui barrada no baile. E tive que passar a tarde na maior chateação na policia. Pelo menos a gente fez um tour diferenciado com van da poliça por Tallinx. E detalhe que tudo era em estoniano. Ai teve uma interprete que fedia mais do que chaminé de fabrica de tijolo! Ate com a Interpol eles entraram em contato hahahaha. E dai você olhada para o ser super perigoso cantando galinha pitadinha e trocando fraldas dentro da sala da policia. E só pude voltar pra Suécia porque o benjoca nasceu aqui porque a tia lá falou que se não fosse por isso eu teria sido mandada de volta pra terra da banana. (já que meu visto tinha vencido na suecx, eles se basearam na ultima vez que eu entrei na zooropa e dai entrou no prazo do acordo de Schengen e dai que fuuuuuu) Eu so queria mesmo era ter ido tomar uma cervejinha no centro de tallin com a minha familinda. Mas rolou não e ainda tive que responder umas 50 vezes que não tinha intenções de querer ser parte daquela nação sem noção.

E agora que esto legalizada não to tendo tempo para respirar (isso só ta rolando mesmo porque é involuntario e não requer muito esforço). Benjamin teve que entrar na escolinha (que aqui eles chamam de dagis), a minha amiga me descolou um trampo meio período e eu ainda to estudando suecs no final do dia. Ou seja, chego em casa só caco da viola e o mais triste de tudo é que Beijoca ja ta dormindo. Eu só tenho visto ele de manhã e bate aquela culpa violenta de que ele ta crescendo e  não estou conseguindo acompanhar com esse lance de chupar e assobiar cana ao mesmo tempo. E dai que deu um rolo no meu curso de sueco. Eu ia começar um que tinha duração de 7 semanas, tempo integral. Belezinha. Dai de ultima hora me falaram que não ia ter mais vagas e dai me botaram em um outro que tem duração de 21 semanas e que só vai acabar no dia 18 de dezembro. Mãs no dia 5 de dezembro a gente vai embarcar para o Quatar e depois para India. Eike loucura, eike badalo. Destino mais exótico não há! Se a gente voltar sem malaria, piriri e afins eu juro que acendo velas para todos os santos! (mas só pelo fato de poder fugir do inferno-inverno sueco já tá valendo super). E dai que o lance é que vou ter que terminar em tempo recorde o curso de sueco, antes de everybody pra eu poder ir fazer o meu caminho das indias. Mas nem tempo para dormir estou tendo direito porque Benjocs ta nesse turbilhão de coisas novas acontecendo na escolinha que fica super agitado e acorda 293829 vezes a noite. Ai só resta o pó da bolacha.

Mas a coisa é que vou começar a botar mais coisas na roda aqui antes que esse computador também resolva passar dessa pra melhor 🙂

devaneios

sobre ser mãe.

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ser mãe é 50% trabalho 50% diversão. as noites inteiras de sono parecem fazer parte de uma vida muito muito distante. você não sabe mais o que é passar uma tarde lendo um livro. a ideia de se poder fazer o que te der na telha é um sonho para a outra encarnação. ser mãe é dolorido (literalmente). é entrar numa nova realidade geralmente em um corpo diferente. eu virei neurótica. sem contar a culpa. nasce uma mãe e com ela a culpa. ser mãe é se deixar de lado e criar um serzinho frágil desde o começo. e são fases. a fase em que você é hotel (gravidez), depois passa a ser restaurante (amamentação) e depois vira concierge. é ouvir criança chorando mesmo quando não tem nenhuma (mesma coisa quando você sente o seu celular vibrando e ele não tá!).

o choro e a galinha pitadinha passam a ser a trilha sonora da sua vida. as vezes você sente o amor maior do mundo, no outro dia você tem vontade de devolver a criança e se pergunta onde é que estava com a cabeça quando decidiu ser mãe. mas no outro dia você começa a pensar em ter outro filho. e no outro dia você quer fazer laqueadura. você emburrece um pouco no começo (minha terapeuta falou que aos poucos vai voltando ao que era antes). os hormônios tomam conta. você fica louca. muito louca. as vezes nem você se aguenta. e as vezes a sua rotina gira em torno de se a criança fez ou não coco para poder sair de casa. sim, ser mãe não é como um comercial de margarina.

eu fiquei muito mais sensível ao mundo depois que o Benjamin chegou no pedaço. e quando seu filho chega ativa um botão na sua caixa de memória e você começa a recordar coisas que nunca te passaram pela cabeça antes. histórias que te foram contadas e que agora fazem mais sentido. ser mãe as vezes é pirar e querer sumir. e daí quando você finalmente consegue sumir a sua cabeça só fica no pedacinho de gente que não está com você. e você sente saudades e começa a se perguntar se foi a coisa certa ter saído sem a criança. e vê um outro bebezinho e já quer voltar correndo pra casa agarrar o seu antes que ele cresça. e eles crescem e muito rápido. e você não acredita muito quando as pessoas te falam isso. e você quer aproveitar cada segundo mas ao mesmo tempo tem um mundo lá fora para ser conquistado. as vezes você quer que o tempo pare e que aquele bebezinho nunca cresça mas as vezes você também quer que aquele bebezinho cresça logo e você volte a ter a sua vida de novo (o que nunca vai acontecer mas você gosta de sonhar).

mas você também não se imagina mais sem aquele serzinho. e embora pareça que existisse liberdade na sua vida antes ela também se parecia vazia e sem sentindo. ser mãe é quase como ser um polvo. ter uma mão para segurar o bebê, uma para limpar a casa, outra para fazer comida, uma para poder ler um livro, outra para .. enfim. ser mãe não é fácil. mas quase ninguém tem coragem de dizer isso. e não tem um manual te ensinando como a fazer as coisas. você vai se achando. a vida fica mais complicada mas também muito mais bonita. você passa a ter um novo chefe: o seu filho. mas depois de um tempo você vai ressurgindo das trevas como uma fênix. e você vai redescobrindo o mundo com o novo serzinho que você trouxe pra cá. e são muitas coisas para pensar e repensar. se os seus princípios são os melhores para serem passados em frente. essas coisas. é ter esperança num mundo melhor mas também muito medo. ser mãe é fazer check list mental de coisas a serem feitas.

é, mesmo morrendo de cansaço, parar para observar cada detalhezinho do seu bebê enquanto ele dorme e se perguntar como é possível a gente poder fazer uma coisiquinha tão linda desse jeito. ser mãe é sentir que sua cabeça sempre vai estar em outro lugar. que você nunca mais vai ter sossego na vida. e as vezes, você deixa de ser você e passar a ser a mãe de fulano. ser mãe é chato. e também incrível. e as vezes uma merda. é sentir um orgulho que te preenche a alma. e sentir culpa, uma culpa que te domina mas que você esconde de todo mundo. ser mãe é descobrir que você é mais forte do que imaginava. as vezes eu acho que ler os do’s and don’ts só servem para ver o que não fiz e deveria ter feito. ser mãe é quase como ser um militar. e a rotina é a sua melhor aliada. ser mãe é doar-se. pessoas, ser mãe não é padecer no paraíso. parem com isso.

bom, acho que deu para entender que é mais ou menos isso.

se cuidem, crianças. 

 

decor

(De)coração 

 Hi, pipol

Esta semana a gente termina de pintar as paredes da sala, grazadeos. É que tem tanta coisa pra fazer e a gente acaba dando passos de tartaruga manca! haha

A gente resolveu só passar tinta branca dessa vez. O teto da sala é uma madeira escura que não me representa. E ele também é baixo então quando a gente pintá-lo de branco vai dar a impressão de ser mais alto. Mas só vamos poder fazer isso quando comprarmos a casa. Minha ideia era colocar papel de parede mas acho que ia ficar muita informação com o teto de madeira. Como aqui na Suécia temos poucos meses de luz é super importante que os cômodos da casa sejam bem iluminados e claros. Isso influencia muito o meu humor 🙂 Por mim eu deixo tudo branquinho. Acho tudo branco léndjo demais!
A sala é bem espaçosa, tem 25m2.

Eu sou uma ratinha de Instagram e Pinterest quando o assunto é decoração. E daí que vou dividir com vocês as coisas que eu me apaixonei e vou usar de inspiração para a nossa sala.


Essa é a praça mais conhecida de Estolcomo; a Sergels Torg (sérguels tóri). E a Ikea lançou um tapete com o mesmo padrão de triângulos dela. Eu quando vi agarrei e não soltei mais! E o tapete é gigantesco.

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Eu penso em ter um sofá monstro com uns três lugares e uma poltrona.

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Acho que a nossa sala vai ser um pouco moderninha, retrô, boêmia e berçário!

No Brasil, o Benji desenterrou todas as plantas da minha mãe. Então fica meio que impossível ter plantas no chão em casa e a solução irá ser esses vasinhos pendurados no teto! Acho essencial ter plantas dentro de casa. Nem que elas não sejam de verdade mas elas deixam o ambiente mais alegre, com vida. Dá um ar a mais de que tem gente morando ali.

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E é obvio que a gente não vai poder esquecer de fazer um puxadinho pro Benji também 😉

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Outro dia eu vi em uma revista de decoração esse bercinho dependurado no meio da sala! Pena que o benji já não é mais titiquinho pra ter um desses. Mas achei muito demais.

Acho que é mais ou menos isso!

Aceito sugestões! Assim que as paredes estiverem pintadas e as luzes instaladas (não temos luz na sala, vivemos no século 12!) eu boto umas fotos aqui pra mostrar como ficou 🙂

hej då

 

receitas

Receita: sopa de cogumelos & estragão 

Hi, pipol

Gostaria de botar na roda essa maravilinda sopa de cogumelos e estragão que fiz ontem. Ela foi retirada do livro “Vegetarisk”. Tem cada receita vegetariana melhor do que a outra! Pode ser que a sopa não pareça muito atraente à vista mas ela ficou tão boa, mas tão boa mesmo, que até parecia ser de cogumelos mágicos! ?

Essa foi bem fácil de fazer e ficou show de bola! Pareceu mais um creminho de cogumelos. Eu nunca tinha usado estragão na cozinha antes e achei o nome bem estranho! Vai estragar a minha sopa não, cara! Em sueco o nome támbem é bem criativo: “dragon”

4 porções

  • 1 cebola picada em cubinhos
  • 50 g de manteiga
  • 700g de cogumelos frescos picados  (pode ser em conserva mas leve em consideração o peso drenado)
  • 850 ml de caldo de legumes
  • 3 col de sopa de estragão fresco  + um pouquinho extra para salpicar por cima
  • 150 ml de crème fraiche (na falta dele eu uso iogurte grego)
  • Azeite
  • Sal e pimenta
  1. Você vai derreter metade da manteiga em fogo médio e dourar as cebolas. Ai, bota o resto da manteiga  e os cogumelos. Faça um refogado por 5 min. ou até os cogumelos ficarem douradinhos.
  2. Adicione o caldo de legumes e o estragão e deixe ferver. Assim que começar a ferver, abaixe o fogo e deixe cozinhar por 20 min. logo em seguida use um mixer e bata tudo na panela mesmo. (Eu não tenho saco de colocar no liquidificador não!) depois de batido voltar ao fogo.
  3. Misture o crème fraiche a sopinha e tempere a gosto com sal e pimenta preta. Sirva em tigelas e salpique o restante de estragão e o azeite. (Também polvilhei umas sementes de girassol por cima – ótchymo pra quem tá de tpm!)

Enjoy!  🙂

viagem

3 dicas preciosas de Paris

Oi, gente bonita! Aqui em casa quem tem o papel de organizadora de viagens sou eu. E aí que estava dando uma olhadinha nas minhas coisas e achei muito válido botar na roda umas dicas que me ajudaram muito quando dei um pulo em Paris. São poucas mas de muita, mas muita mexmo! utilidade pública 🙂

  • o ônibus 69

thumb_IMG_0184_1024 Bom, esse busão é ótimo porque ele faz a rota de, praticamente, todos os points must turísticos de Paris. A rota dele começa na torre Eiffel e termina no cemitério Pére Lachaise. Eu acho ele uma ótima alternativa aos ônibus de turismo que dão rolê pela cidade que cobram quase 10x mais do que o ônibus comum.

  •  entrada gratuita em museus para menores de 26 anos e estudantes (residentes na União Européia)

Bom, novinhos, se preparem para uma overdose de museus porque vocês não vão precisar pagar para entrar nos “museus nacionais” (tipo, o  Louvre, Pompidou e o Musée d’Orsay entram nesta lista – coisa bem básica). Se você não reside na UE, a entrada no Louvre é for free todas as sextas para todas as personas!

  • entrada secreta do Louvre

Se tiver indo a Paris e conseguir ler essa dica linda de ouro a tempo, você vai querer me dar um beijo! *Isso vale se você não tiver comprado o bilhete online que aí você também não precisa pegar fila.

Se liga, o Louvre tem uma outra entrada pela Rue de Rivoli. Lá é uma calmaria infinita e você não precisa fica na chuva-sol de rachar-tornado naquela fila chata kilométrica lá em cima. Assim que você pega a entrada pela Rue de Rivoli vire a sua direita e vai ter uma lojinha de souvenirs e tabaco te esperando ali. Lá dá para comprar as entradas sem nenhuma fila! E daí é só seguir em frente e entrar no Louvre e dar tchauzinho para a fila de mortais lá fora. Viu só e nem foi preciso furá-la 😉

Gostou?

Obrigada. De nada.  

devaneios

coisinhas legais de se ter para o bebê

E aí, gente bonita!

Acho que faz um tempo danado que eu não dava as caras por aqui.

Resolvi listar algumas coisinhas bacanas que acabei encontrando nessa vida louca maternal 🙂

  • hoppgungahopp

Sei que de primeira pode parecer um objeto de tortura mas as criancinhas adoram! “Hopp”, em sueco, significa pular (att hoppa) e “gunga” balanço. Então é, mais ou menos, um balanço que pula! Ele é super prático de usar, nem precisa furar a parede. Ele vem com algo que parece um gancho, aí você só o coloca no batente de cima da porta, bem no meio.  Só tem que ter cuidado para notar se ele não fica muito perto da porta ou dos batentes laterais, aí o bebê corre risco de levar uma bordoada e ninguém quer que isso aconteça.
Já dá para começar o hoppgunga assim que o bebê estiver mais durinho, lá por uns 4 meses. A intenção é que o bebê fique pulando ali. Fortalece as pernas e eles gastam energia 😉

  • Bumbobumbo-seat-aqua-latest-model-with-restraining-kit-112-p

O bumbo é um banquinho de borracha. É bom usá-lo quando o bebê ainda não tá durinho o suficiente mas fica meio irritado porque não consegue se sentar sozinho. Eu comecei a usar quando o Benji tinha uns 3-4 meses. Mas lá pelo 7° mês ele já não curtia mais porque se sentia “preso”, acho que dava faniquito nele.

  • capacete
    item_XL_6619898_4169661Quando o Benji começou a engatinhar para valer e ficar em pé nas coisas, ele ainda não sabia cair. Ele caía igual um pedaço de madeira: reto. Ele não sabia cair de bunda. Aí era chororô a cada 2 minutos, sendo bem otimista. E eu ficava com a pulga atrás da orelha por ele ficar batendo a cabeça toda hora. Aí fui a busca de um capacete pra ele! Esse capacete é ajustável e dá para ser usado até por volta dos 2 anos (aí vai depender se a criança vai querer isso na cabeça dela ou não.. aí é outra história!). No começo ajudou bastante mas agora que o Benji está quase andando ele não quer mais ter esse troço na cabeça dele.
  • cadeira portátil “in the pocket baby”

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Essa cadeirinha é fantástchyca! Ela foi desenvolvida por designers suecos. Dobrada ela vira uma bolsinha bem pequena e leve. E quando você a abre toda ela se adapta em uma cadeira normal. O único requerimento é que a cadeira em que for usada tem que ser quadrada. Ela quebrou um galho enorme quando fomos ao brasil em alguns restaurantes onde não tinha cadeirão para bebê! E o melhor de tudo é que ela é ajustável! Dá para lavar na máquina normal e dá para usar de 6 meses a 2 anos. Super!

  • Abafador sonoro infantil

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Quando o Benji tinha uns 4 meses eu resolvi ir num festival de rua casamiga. Tinha um monte de gente com crianças e bebês (aqui na suécia criança dá como chuchu na cerca!), só que eu reparei que elas usavam esse protetor de ouvido! Comprei um desse para o Benji já pensando no carnaval e ano novo no Brasil 🙂 E ajudou muito! Na hora dos fogos ele dormiu igual uma pedra no carrinho usando um desses! E ah, o melhor de tudo é que ele não aperta a cabeça.

Bom, por hoje é isso!

Bisou

decor

Hipsterismos: quarto do Benjamin 

Considerando que só fui ter o meu quarto quando eu tinha uns 13 anos, o benji não demorou tanto pra ter o cantinho dele aos 3 meses..

O quarto que ia ser dele estava com um papel de parede muito velho e todo manchado. Eu e o Alexander botamos a mão na massa e arrancamos tudo, lavamos as paredes, pintamos e escolhemos o papel. Levando em conta que toda vez eu tinha que parar a obra para atender às necessidades da chefia, entenda-se: Benjamin.

Foram umas duas semanas até que as paredes estivessem nos trinques. Foi trabalho intenso a nível de navio de cruzeiro em época de carnaval hehe

E com vocês o quarto da quiança:

E daí quando terminamos tudo, o quarto dele ficou parecendo um oásis na casa. Ficou lendjo demais!

Acredite ou não, mas o berço do Jocks era do Alexander. E ele tá perfeito, no estrado tem até registrado a mão quantos kilos e o dia que o Alex nasceu.

Esse pôster fofis o Alex que me deu uma vez, quando eu era apaixonada pela Suécia (tem louco pra tudo nessa vida..) Bom, tirando o berço, o restante dos  móveis a gente comprou de segunda mão.

 

Esse guarda roupas foi um trampo para buscá-lo! Tivemos que botar no teto do nosso carro.

 

 

Essa prateleira é o que eles chamam aqui de “stringhylla” (string de Nils Strinning, que foi o cara quem fez) e é um clássico do design escandinavo. Ela estava lá jogadora no depósito da minha sogra. Eu daí resolvi trazê-las de volta a vida 😉 E pra se ver como a Suécia é uma roça mesmo, esse tal Strinning foi o avô de um amigo do Alexander na escola.

Eu fiquei tão mas tão feliz quando pude achar esse papel de parede. Já tinha visto alguma vez, em algum canto  no buraco negro da internet. Ai descobri que o cara que fez também é sueco. Pra quem quiser saber o nome é Mr Perswall. Eu pedi pela internet e chegou dentro de uma semana. Eles fazem sob medida. Tem vários modelos. E é bem fácil de aplicar, só a última parte que tivemos que cortá-la porque veio maior. Eu queria alguma coisa que não fosse tão bebê, que durasse até o benjocs crescer um pouco e começar a trazer as gatinhas pro quarto dele.. ;p (mas acho que o papel de parede não sobrevive até lá, vai ter aquela fase em que ele vai brincar de ser Picasso pelas paredes da casa..)

O papel é super alegre e fofo. Seria legal de usar pins e colocar fotinhas do benji pelos lugares que ele for passando (e principalmente marcar aonde fica Itapetininga no mapa! hehe) . O teto pintamos de branco e as outras paredes num azulzinho calcinha, tudo pra dar um up, considerando que passamos a maior parte do ano na escuridão aqui.

A “vasta” coleção de livrinhos do benji já é em português, inglês, sueco e polonês. Mas ele ainda continua se comunicando através da língua universal dos bebês: o choro.

Nós mal terminamos de montar tudo e já vamos ter que trocar várias coisas. Quarto de criança é o cômodo que mais passa por mudanças na casa. O Benjamin já tá quase escalando o berço, ele não pára mais no trocador.. Agora o próximo passo é organizar o quarto bem acessível ao dono dele, o bebê. A gente sempre projeta as coisas para os adultos.. E eu nem tinha me ligado disso. To doida pra fazer o método montessoriano. Botar o colchão no chão, espalhar uns brinquedos ali, deixar tudo ao alcance do mãozinha Addams ?

 

Bom, espero que tenham gostado! <3

devaneios

o que dar de presente para um bebê de 1 ano?

E aí, galeuris!

Benjamin está com quase 11 meses, prestes a completar 1 ano e eu nem perdi  a banha toda acumulada durante a gravidez. Mas é de pura gordurinha feliz porque eu estava quase nos trinques quando vim para o Brasil passar férias, mas a saudade por coxinha estava grande demais para ser negada! (nada que o isolamento na Suécia não me ajude depois..)

Bom, vir dar uma luz aos necessitados que não sabem o que dar para um baby de 1 ano. Essa história de que “ah, teu bebê tem tudo! nem precisa de nada!” é a pior e uma das coisas mais irritantes que uma mãe pode ouvir. Aí se você responde com um “mas você nem me perguntou se ele precisa de algo” te acham grosseira. Enfim, vou deixar a barraqueira de lado e vou dar o help.

Sigam-me os bons:

  • Roupas e afins
    Isso! Como o bebê ainda não tem muita consciência então ele não vai te achar uma pessoa chata de galocha por dar roupas! Eles crescem numa velocidade louca e, consequentemente, as roupitchas duram pouco! É legal dar uma pesquisada na numeração do bebê antes e ver qual estação que a roupa poderá ser usada.
  • brinquedos psicodélicos
    Coloridos, que se mexam e toquem musiquinhas para deixar a criança hipnotizada por uns 15 minutos (pra mãe conseguir fofocar em paz haha!). Mas agora é sério, é bom ver se na caixa fala a idade para qual foi desenvolvido o brinquedo. Nessa idade os bebê adoram bater as coisas no chão, então é bom dar algo resistente que não vá estraçalhar tão breve. E também é bom testar o brinquedo antes e ver se ele não é loucamente barulhento (mas isso tem como ser resolvido depois: só botar uma fita onde sai o som para abafá-lo ou fingir que ele foi abduzido)
  • brinquedos educativos
    os bebês nessa idade já são bem espertinhos e já exploram o mundo das formas, cores e texturas. Aqueles brinquedos de encaixe para montar coisas é uma boa pedida 🙂
  • celular de mentirinha
    Bom, que toda criança fica vidrada nos nossos celulares, tablets e computadores da vida ninguém pode negar. Pra se ter ideia, o Benjamin destruiu o display do meu ipad e deixou meu iphone sem som por conta da baba (depois deixei dentro de um saco de arroz e a chinesada resolveu). As vezes não tem como escapar. Ele pega mesmo, ou eu acabo dando em momento de desespero (olha o acidental parenting aí, xenty!). Sem contar que eles adoram imitar tudo o que a gente faz e como essa é uma era de zumbis hipnotizados em frente a uma telinha fica meio difícil escapar. Então, seria bacaninha um telefone tipo aqueles tijolares para crianças que tocam mil musiquinhas e ficam no “piriri-piriri-piriri alguém ligou pra mim”. Os babies piram.
  • pacotes vazios de presentes
    essa com certeza a criança vai curtir pacas (quem não vai muito é a mãe..).
  • cacarecos para banho
    Eles garantem que a criança consiga ficar quase o tempo todo dentro da banheira sem querer fugir, explorar horizontes. Algures além mar. De livrinhos de plástico até giz de cera especial para azulejo.
  • presente para a mãe do bebis
    ma oeee?? Pois é, esse é o meu favorito nessa lista ahhaahahaha. Bom, também nasce uma mãe com o bebê, certo? E depois que o bebê nasce a mãe só ganha coisas para o filhote. Eu curti a ideia e resolvi levar adiante e dei para a minha amiga um mimo pra ela e para o baby. É uma coisa inesperada e super bem vinda!Bom, pipol, espero ter dado um help 🙂